Hoje eu assisti ao filme “P.S. Eu te amo” pela segunda vez. Não me lembro da primeira vez que assisti, mas lembro que só achei o filme meio fofo ou coisa parecida. Hoje o assisti com uma perspectiva totalmente diferente. Hoje a minha visão do que se passava na história foi completamente distinta. Eu não sou de chorar em filmes e não chorei na primeira vez que assisti, mas hoje sim. Chorei disfarçadamente do início ao fim. Meus olhos se encheram d’água nos mesmos momento em que os olhos da Holly se encheram. Eu comecei a imaginar cada situação que ela passou, me imaginar em cada situação. Acho que por isso que não consegui conter as lágrimas. É extremamente difícil perder qualquer pessoa próxima a nós, mas deve ser muito pior perder o seu amor. Alguém que é seu companheiro, que você decidiu amar e que planejou passar o resto da vida ao lado. Só de imaginar os olhos se enchem novamente. Como no filme é dito: é muito mais fácil você aceitar uma perda quando a outra pessoa quis aquilo. ...
10 entre 10 amigas, quando você começa a se envolver com alguém, dizem: “Não crie expectativas”, “curte o momento, mas NAO SE APEGA PELO AMOR DE DEUS”. Eu entendo isso de você não criar mesmo expectativas, não imaginar os cinco filhos ao lado de alguém que acabou de conhecer e nem pensar nas férias na fazenda da família. Sim, eu também acho que é loucura criar expectativas, porque meio que essas expectativas todas te fazem querer colocar o carro na frente dos bois e atropelar as coisas. E, trust me, isso nunca dá certo. Melhor é quando tudo vai devagar e se for pra ser, um dia é. Simples! Mas e o se apegar? Quem é esse monstro que todo mundo tem medo? Que todo mundo faz aquele sinal de alerta quando você começa a conhecer alguém? É tipo aquele sinal de perigo nas embalagens de produtos tóxicos. Mas, gente, como pode?! Como sentir pela metade? Como é estar com alguém e conseguir dizer, sem mentira alguma, que não existe apego? Calma, não me entenda errado. A gente tem essa mania de...
Em 2009 eu passei no vestibular. Tive que me mudar pra uma cidade distante, onde não conhecia ninguém. Comecei a imaginar os meus colegas de sala. Comecei a "conhecê-los" pela internet e a imaginar quais seriam os meus amigos, com quem eu me daria bem, quem iria andar comigo.. esse tipo de coisa! Chegando lá, na segunda semana de aula, conheci meus coleguinhas! Um monte de gente diferente. Cada um com seu jeito, suas roupas. Enfim, uma mistura bem legal. Eis que eu vi uma menina. Toda arrumadinha, com um fichário lindo! Os cabelos lisos, no meio das costas. Toda bonitinha. Pensei eu: xiiii, a patricinha da sala! Não nos falávamos, mas ela parecia ser gente boa. Não se aproximava, e eu, nem fazia muita questão. Imaginava que, no fundo, ela deveria ser metida! Engano meu! Pouco a pouco começamos a nos aproximar. Ela bem na dela, um pouco calada.. Mas nos dávamos super bem! E eu fui conhecendo a pessoa maravilhosa que ela é. Um doce, um amor de menina! E nossa amizade foi surgin...
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